Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Empresas mantêm viagens corporativas apesar das eleições de 2026, aponta Alagev

Pesquisa da Alagev indica que a maioria das empresas pretende manter viagens e eventos, mas prevê atenção a custos e datas próximas às votações.

Empresas mantêm viagens corporativas apesar das eleições de 2026, aponta Alagev

A maior parte das empresas pretende manter a programação de viagens corporativas e eventos durante as eleições de 2026, segundo levantamento da Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev). Para 54% dos participantes, o calendário eleitoral não deve afetar o planejamento dessas atividades. Outros 67% afirmaram que planejam seguir normalmente com a agenda.

A pesquisa foi realizada com associados da entidade e recebeu até 79 respostas em cada pergunta. Embora a maioria não espere mudanças, 9% já identificam efeitos das eleições sobre viagens ou eventos. Para 18%, possíveis impactos devem aparecer nas próximas semanas. Outros 19% ainda não conseguem avaliar como o período eleitoral poderá influenciar suas agendas.

Para Joyce Macieri, presidente da Alagev, o cenário exige ajustes no planejamento, sem indicar necessariamente uma queda nas viagens profissionais. A avaliação envolve datas, orçamento e possíveis efeitos sobre os deslocamentos. A antecipação dessas variáveis, segundo ela, pode permitir mudanças na agenda corporativa sem comprometer sua execução.

Datas das votações entram no planejamento

A proximidade dos turnos eleitorais é um dos principais pontos de atenção. Entre os participantes que responderam a essa questão, 24% disseram que pretendem evitar viagens ou eventos nos períodos próximos às votações. Outros 6% avaliam limitar compromissos em uma janela mais extensa, antes e depois dos turnos, enquanto 3% ainda analisam essa alternativa.

O primeiro turno será realizado em 4 de outubro. Caso haja necessidade de uma nova votação, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.

Custos são a principal preocupação

A redução ou o controle mais rigoroso dos orçamentos foi apontado por 29% dos participantes como o principal possível efeito das eleições sobre viagens corporativas e eventos. O acompanhamento de manifestações, a mobilidade e eventuais mudanças nos destinos apareceram depois, com 21% das respostas.

A mudança ou o adiamento das datas foi citado por 20% dos participantes. Nenhum respondente espera redução no volume de viagens por causa das eleições. Além disso, 65% disseram não ter uma preocupação específica com o período eleitoral.

Joyce Macieri afirmou que as empresas demonstram maior atenção ao planejamento e aos custos do que à diminuição das viagens. Para a executiva, acompanhar as variáveis e manter alternativas permite fazer ajustes quando necessário.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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