Os candidatos à Presidência da República usaram o horário eleitoral deste sábado (5) para reforçar propostas e posicionamentos centrais de suas campanhas. Flávio Bolsonaro (PL) voltou a abordar o custo de vida e a redução de impostos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concentrou o programa em educação e juventude.
Flávio apresentou comparações entre produtos vendidos atualmente e embalagens anteriores, com o argumento de que os brasileiros pagam mais por quantidades menores. A campanha relacionou esse cenário à perda do poder de compra e às dificuldades das famílias.
O senador também retomou o chamado “tesouraço”, proposta que prevê cortar impostos e reduzir gastos públicos para aliviar o orçamento da população. No encerramento, convocou apoiadores para as manifestações de 7 de Setembro. O programa mostrou mensagens e imagens de aliados, como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Lula dedicou a propaganda a ações para estudantes, investimentos em educação e à expansão do programa Pé-de-Meia. O candidato também defendeu a ampliação de oportunidades para os jovens e citou iniciativas de qualificação profissional para preparar trabalhadores para novas áreas do mercado de trabalho. Entre as propostas, voltou a defender o fim da escala de trabalho 6x1.
Outros candidatos
Augusto Cury usou uma paródia da música “Rap do Silva” para transmitir a intenção de ouvir a população. O candidato também apresentou propostas de incentivo ao empreendedorismo nas periferias.
Ronaldo Caiado direcionou parte significativa do programa a críticas contra Lula e Flávio Bolsonaro. Ele afirmou que os eleitores precisam conhecer melhor os concorrentes antes da votação e apresentou sua trajetória política como alternativa de “ficha limpa”.
O ex-governador de Goiás também tratou de corrupção e da crise institucional envolvendo o STF (Supremo Tribunal Federal). Na avaliação apresentada no programa, os adversários não oferecem respostas para esses problemas.








