Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Caiado aposta no horário eleitoral para avançar nas pesquisas e chegar ao segundo turno

Candidato do PSD diz ter dois minutos de televisão e afirma que viajará por estados antes de atos pelo Nordeste.

Caiado aposta no horário eleitoral para avançar nas pesquisas e chegar ao segundo turno

Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência, afirmou que ainda pode alcançar a segunda colocação nas pesquisas e disputar o segundo turno, apesar de aparecer em quarto ou quinto lugar nas sondagens mais recentes.

A estratégia apresentada pelo ex-governador de Goiás é usar o horário eleitoral para apresentar sua trajetória aos eleitores. Caiado disse ter tempo suficiente de programação para aproximar o público de sua história de vida e destacou que, fora Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, é o único candidato com dois minutos de televisão.

O candidato falou na manhã deste domingo (6), durante a Feira Garavelo, em Goiânia. O local é descrito como uma das feiras livres mais tradicionais e populares da região metropolitana da capital goiana, que também é o berço político de Caiado.

Agenda de viagens

Caiado afirmou que passará a viajar pelo país e não deverá retornar ao estado de Goiás durante essa etapa da campanha. As próximas paradas previstas são Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, seguidas por uma série de atos no Nordeste.

Questionado sobre o crescimento de Augusto Cury nas pesquisas e se o médico e autor de livros de autoajuda representa uma ameaça à sua candidatura, Caiado não respondeu diretamente. Ele mencionou as regras da legislação eleitoral ao ser questionado sobre possíveis estratégias de influenciadores para ampliar o nome do candidato do Avante entre os eleitores.

“Jamais usei e nem comentei a área específica de influenciadores”, afirmou Caiado.

Ao comentar a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o candidato disse que os dois primeiros colocados têm explicações a dar sobre denúncias que, segundo ele, vieram à tona. Caiado também criticou a taxa de juros e atribuiu o nível atual a gastos que considera irresponsáveis do governo federal e a desvios por corrupção.

Se for eleito, prometeu reduzir os juros para 7% ao ano a partir de 5 de janeiro. Na avaliação dele, a medida estimularia o empreendedorismo.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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