Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Chapéus guardam memórias de viagens, rodeios e da vida no campo

Uma lembrança de família atravessa viagens, festas e a rotina rural por meio de chapéus, botinas e acessórios que marcaram diferentes fases da vida.

Chapéus guardam memórias de viagens, rodeios e da vida no campo
Foto: Arquivo pessoal

Uma fita K7 com músicas de Willie Nelson, as viagens de carro e o chapéu cor de mel do pai formam algumas das lembranças mais fortes da narradora. O trajeto passava pela Capital, Itu (SP), Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, ao som de uma seleção que também reunia música erudita, country, sertanejo e Beatles.

A memória mais marcante envolve um rodeio em Itu (SP), realizado na época em uma área aberta próxima de onde hoje fica o supermercado Tenda. Durante o evento, o chapéu de Márcio voou da arquibancada. Uma pessoa que estava embaixo conseguiu segurá-lo depois de ouvir o pedido dele. Márcio desceria para buscar a peça.

Anos depois, o chapéu ficou guardado em um armário em São Paulo até ser usado novamente em uma festa à fantasia no colégio Objetivo da Pompéia. A composição incluía calça jeans, camiseta xadrez, botas e o acessório que, segundo a narradora, trouxe sorte.

Do armário à rotina rural

A carreira no jornalismo de hard news afastou por um período as botas, as camisetas xadrez e o cinturão com fivela. A paixão por bonés permaneceu, reforçada pela necessidade de proteger a cabeça por causa de cânceres de pele. Mais tarde, com a vida no campo, as peças voltaram ao uso cotidiano.

A botina passou a fazer parte da rotina, enquanto o chapéu cor de mel continuou no console do carro ou da caminhonete, como uma forma de preservar a ligação com o campo.

Outro chapéu importante foi o primeiro preto, presente de Silvia Arruda, da GA Store, de Jaguariúna (SP). Usado em diversas viagens, ele se tornou uma marca da coluna Mundo Agro. O modelo é de feltro e da marca Pralana.

A busca por um chapéu branco levou a narradora à Selaria Horlandim, em Itu (SP). No local, Mateus Modesto, proprietário da selaria, Cláudia e Jennifer ajudaram na escolha do novo acessório e no cuidado com o chapéu preto. A peça escolhida foi um Eldorado Bangora, de palha.

Desde então, o chapéu branco passou a acompanhar os deslocamentos nos carros e nas picapes. Para a narradora, ele representa mais do que um acessório: integra a vida no campo e mantém presentes histórias de família, viagens e diferentes momentos pessoais.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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