Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Renan Santos pede saída de ministros do STF e chefias da PF e da PGR

Em ato no Parque Ibirapuera, candidato também defendeu novas investigações sobre o Banco Master e uma nova Constituição.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu nesta segunda-feira (7) o afastamento dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

As reivindicações foram apresentadas em um manifesto durante ato no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O documento defende a continuidade das investigações sobre o Banco Master, com apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico. Renan afirmou que a investigação deve prosseguir “custe a quem custar”.

“Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”, declarou.

Críticas à política e proposta de nova Constituição

Durante o discurso, o candidato criticou a falta de indignação da população com os problemas do país. Ele afirmou que os brasileiros estão “viciados no erro” e que demonstram pouca disposição para abandonar práticas tradicionais da política.

Renan disse ter ficado assustado ao ver o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais. Para ele, o comportamento dos eleitores mostra que o combate à corrupção foi substituído pela defesa de políticos de estimação.

O candidato também afirmou que apenas os brasileiros mais jovens estariam preocupados com o futuro do país e responsabilizou as gerações anteriores pela manutenção dos problemas nacionais. Segundo ele, homens e mulheres mais velhos continuam repetindo escolhas políticas equivocadas.

Renan defendeu ainda uma nova Constituição. Ele disse que a Carta atual e os responsáveis por sua elaboração fracassaram, mas não explicou como seria convocado o processo constituinte nem quais pontos pretende alterar.

Segurança pública

Na parte do discurso dedicada à segurança pública, Renan defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou a classificação da proposta como radical. Também afirmou que não aceita uma democracia que, na avaliação dele, deixe brasileiros submetidos ao crime organizado.

Ao final, o candidato disse que o país é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros devem ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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