Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro de usar política para enriquecer

Pré-candidato do Missão também criticou o Novo, rejeitou a terceira via e apresentou propostas para economia, educação e segurança.

Renan Santos chama Flávio Bolsonaro de 'criminoso': 'Lance do Flávio é ficar rico e comprar imóveis'
Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência pelo Partido Missão, Renan Santos, classificou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como criminoso e afirmou que ele não teria interesse em construir uma candidatura própria para enfrentar Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Renan disse que o senador estaria mais interessado em negócios e na compra de imóveis do que na disputa presidencial. "Flávio nunca quis ser presidente. Flávio sempre esteve lá em Brasília para fazer negócios", afirmou.

Críticas ao Novo e ao bolsonarismo

O fundador do Missão também questionou a influência do bolsonarismo sobre a direita brasileira e criticou o Partido Novo, que classificou como uma legenda de centro. Para Renan, o partido não apresenta uma visão de mundo definida para áreas como educação nem um projeto de país claro.

Na avaliação dele, o Novo acabou se aproximando do bolsonarismo, embora tenha surgido com a proposta de ser uma alternativa. Renan também criticou a postura da legenda diante do envolvimento de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, ex-banqueiro preso por fraudes.

Ele afirmou que o Novo deveria comentar o recebimento de milhões de reais por Flávio Bolsonaro e disse que o partido evita se manifestar sobre pessoas do entorno do bolsonarismo envolvidas em suspeitas de corrupção. "Tem que dar nome aos bois", declarou.

Renan rejeitou o rótulo de terceira via para sua candidatura. Segundo ele, essa estratégia coloca os candidatos em posição secundária. O pré-candidato disse que pretende se apresentar como uma alternativa direta aos grupos liderados por Lula e Jair Bolsonaro.

Para a chapa, Renan escolheu Aroldo Medina como pré-candidato à vice-presidência. Ele afirmou ter buscado um nome complementar ao seu e minimizou a pouca projeção nacional do vice. "Quem tem que ficar visível sou eu, que sou o pré-candidato à Presidência", disse.

Propostas

Na economia, Renan concentrou as críticas na situação fiscal e defendeu mudanças na Previdência, a revisão de benefícios fiscais, alterações no funcionalismo público e o fim de mecanismos que aumentam automaticamente determinadas despesas do governo.

Para a educação, propôs o fim da progressão continuada e a criação de incentivos ligados ao desempenho escolar. Na segurança pública, defendeu a reforma do modelo de inquérito policial, o endurecimento das penas, maior integração tecnológica entre os órgãos e mudanças nas carreiras policiais.

Na política externa, Renan afirmou que o Brasil deve adotar uma postura pragmática na disputa entre Estados Unidos e China. Ele também disse que as reservas brasileiras de terras raras podem ampliar o poder de negociação do país e atrair investimentos internacionais.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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