Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Edilson diz que Corinthians perdeu Libertadores de 1999 e 2000 por excesso de confiança

Ex-atacante afirmou que o elenco era o melhor que já integrou e atribuiu as eliminações para o Palmeiras a erros do próprio time.

Edilson diz que Corinthians perdeu Libertadores de 1999 e 2000 por excesso de confiança

Edilson afirmou que o Corinthians formado entre 1997 e 2000 foi o melhor time de sua carreira e também o mais completo da história do clube. Em entrevista, o ex-atacante atribuiu as eliminações para o Palmeiras nas Copas Libertadores de 1999 e 2000 ao excesso de confiança do elenco.

Na primeira eliminação, o Corinthians chegou a abrir 3 a 1 e, segundo Edilson, tentou ampliar a vantagem em vez de controlar a partida. O rival buscou o empate, e a decisão terminou nos pênaltis. Para o ex-jogador, a equipe corinthiana era superior, mas acabou derrotada pelos próprios erros.

Na Libertadores seguinte, Edilson apontou a expulsão como um dos fatores que prejudicaram o time. Ele afirmou que foi retirado de campo pelo ex-árbitro Oscar Roberto Godoi ao tentar separar uma briga entre Marcelinho e Júnior. Com a saída, o Corinthians perdeu força no ataque, embora ainda tenha vencido a partida por 2 a 0 antes de ser eliminado nos pênaltis.

Excesso de confiança e as embaixadinhas

Edilson explicou que as famosas embaixadinhas feitas na final do Campeonato Paulista de 1999 não foram planejadas. Segundo ele, a jogada refletia o comportamento que ele e Marcelinho apresentavam nos treinos e durante as partidas.

O ex-atacante reconheceu que o elenco muitas vezes transformava a qualidade técnica em brincadeiras dentro de campo. Chapéus, tabelas e recuos desnecessários faziam parte desse comportamento, que, na avaliação dele, contribuiu para a perda da Libertadores.

As embaixadinhas se tornaram uma das principais marcas da passagem de Edilson pelo futebol. Ele afirmou que o episódio permanece associado à sua imagem entre os torcedores do Corinthians e que chegou a tatuar a jogada no corpo.

Relação com o elenco

Marcelinho foi apontado por Edilson como seu melhor companheiro entre todos os clubes por onde passou. O ex-atacante destacou a sintonia entre os dois e afirmou que ambos conseguiam antecipar as ações um do outro em campo.

Ele também citou a presença de jogadores com trajetória em seleções. Ricardinho, Vampeta, Luizão e Dida foram mencionados como pentacampeões mundiais. Gamarra atuava pela seleção paraguaia, enquanto Rincón defendia a seleção colombiana. Sylvinho, Kleber e Fábio Luciano também foram lembrados por passagens pela Seleção Brasileira.

Para Edilson, o grupo reunia muitas vaidades individuais, mas os conflitos eram deixados de lado durante os jogos. O desafio, segundo ele, era administrar essas características sem prejudicar o desempenho coletivo.

Sobre Luxemburgo, o ex-atacante negou que os dois formassem uma dupla afinada. Ele relatou que foi afastado pelo treinador após uma briga com um policial, em um episódio relacionado a desacato, e passou um mês treinando sozinho em Itaquera.

Avaliação sobre o Corinthians

Edilson disse que passou a se considerar corinthiano depois de vestir a camisa do clube. Também afirmou que mantém uma relação próxima com a torcida e que sua imagem continua ligada ao Corinthians.

Ao comentar o momento atual da equipe, lamentou a situação vivida pelo clube e destacou o potencial para reagir, citando a força da torcida e o trabalho das pessoas que buscam melhorar o cenário.

O ex-jogador também avaliou a renovação de Memphis Depay. Reconheceu a capacidade técnica do atacante e afirmou que tanto a permanência quanto a saída envolviam riscos para o Corinthians. Na opinião dele, a decisão da diretoria poderia prejudicar o clube.

Edilson ainda comparou sua condição de ídolo com a de Neto. Disse que considera Neto mais ídolo, por ter jogado mais tempo no Corinthians, mas afirmou que possui mais títulos pelo clube. Ele declarou não ter preocupação em disputar o posto de maior ídolo e disse valorizar o reconhecimento dos torcedores.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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